terça-feira, 14 de outubro de 2014

Adocao - Adaptacao, reconhecimentos, individuos, uniao...

Fiquei bastante tempo sem escrever. Teclado ruim, internet ruim... Mas como deixar de escrever nao conserta teclado e nem da gas na internet, vam`bora escrever assim mesmo.

Hoje sao 4 meses e 14 dias com filhotes em casa. E 5 meses e 17 dias com filhos no coracao, pois no momento que recebi o telefonema eu ja sabia, ja tinha certeza, ja era real.

Crianca eh bichinho danado de esperto, curioso, atento. Crianca nao se prende no passado, ainda bem, e nao se prende no futuro, ainda bem tambem. Crianca vive o aqui, agora, e eh um ``aqui agora`` instantaneo, momentaneo, e pouca coisa prende a atencao desses bichinhos por mais de 5 minutos. Crianca de 6 anos alem disso tudo tem a espiritualidade aflorada pedindo diretriz, tem perspicacia, tem a necessidade de desenvolver a habilidade de se posicionar por suas palavras, querem se sentir especiais.
Crianca de 6 anos que se percebe numa situacao de ADOCAO, que tem na memoria os varios e incontextaveis motivos para isso acontecer, que ama confuso, sente confuso, porque nao aprenderam a identificar e nomear os sentimentos todos, que se acostumou com regras, condutas e costumes, como toda crianca se acostuma, e que, de repente, sem aviso, sem preparo, bom, essa crianca, fica numa linha suspensa entre maturidade e infancia, malicia e inoscencia, quer aprender logo as regras da vida de agora mas eh confuso, dificil, sente coisas e nao sabe definir.
Nessa hora, eu, ou o adulto da situacao, rsrs, a pessoaque optou por abrir o coracao e virar mae, responsavel, atenta, disposta, mae de verdade, respira fundo. Camufla sua opiniao pessoal e particular a respeito da lembranca da crianca, do passado dela, poe uma expressao de compreencao incondicional no rosto, abraca, poe no colo, acalma, mostra a coisa toda por outros angulos, chama pra fazer um bolo junto ou pintar um ``quadro`` com guache e dedos. Pronto, passou.
Crianca sendo adotada aos 6 anos, aos 3, 4, 8, 10 ou 13 anos, creio mesmo que nao faz diferenca, essa crianca de fato quer RENASCER. Quer uma historia novinha em folha, quer agilidade, quer virar as folhas velhas e amareladas com as marcas do choro, quer folha em branco com giz de cera e canetinha e so. Os meus fantasiam que estao nascendo agora, engatinham pela casa, imitam bebe o tempo todo, pedem pra dar banho, enxugar e vestir como se fossem bebes, pedem sopinha de bebe, ja pediram mamadeira (nao cedi ainda) e chupeta, bom, ate tentei mais os dentes amoleceram e eu preferi aposentar as pobrezinhas apos 2 dias de uso.
Crianca, qualquer crianca, quer se sentir crianca: Saber que tem alguem ali com eles para o que der e vier, que estao limpinhos, de panca cheia, que podem perguntar que terao as respostas, que podem aprender, mostrar que aprenderam, que podem dormir e acordar sem sustos.
Aqui nossa transformacao coletiva de pessoas avulsas e bem dispostas em familia unida e bem disposta esta sendo bem suave, tranquila. Nos momentos dificeis, respiramos fundos e achamos as palavras adequadas na maioria das vezes fica tudo bem e o momento passa.

Mae por adocao eh mae como qualquer outra: Quer o melhor para os filhos; Pensa neles em primeiro lugar; Se cobra ao extremo; Se sente uma super mae quando o filho elogia e uma mae bostinha muitas e muitas vezes. AMA, ou se esforca, rsrs : a) cama compartilhada, b) brinquedo espalhado, c) fazer bolo quase todo dia, d) passar metade da semana com pe cheio de areia de parquinho. Entende que os dias passam, meses passam ligeiro, eles crescem num instante, e as necessidades, satisfacoes, motivacoes deles mudam ao mesmo passo. Hoje, horas nos parquinhos do bairro, colo, beijos e abracos, leitura dos livrinhos dividindo colo e brincadeiras como todos juntos satisfazem, mas daqui ha algum tempo nada disso sera tao gostoso e eles vao preferir shopping, amigos, a vida la fora, beijos a abracos de mae viram o maior dos micos, e etc e tal. O que eu tento eh aproveitar com eles da melhor forma o momento presente.

Agora vou ali cuidar da vida, depois escrevo mais, mesmo com teclado manco do juizo e ruim do portugues.

domingo, 27 de julho de 2014

A metamorfose.

Todo mundo, tudo, e o tempo todo, se transforma.
Isso eh divino.

Em tão pouco tempo eu alcancei mudanças de paradigmas, de conduta, que desejei durante um longo tempo.

O "importante", o "fundamental", por exemplo, são conceitos que mudaram. A ordem das prioridades na lista do mercado mudou também. Meu cabelo e unhas nunca antes na minha história ficaram tão abandonsdinhos, kkkkk, e o incrível eh que eu até me acostumei. Esta semana, finalmente, tudo parece encaixado, adaptado, tem até me sobrado tempinhos aqui e ali....

Viver e metarmofosear constantemente.

Vivamos esse domingão de frio lá fora e calor aqui dentro, no meu coração vermelho purpurinado que dança trance, feliz, feliz.

sábado, 26 de julho de 2014

Vida, em um movimento frenético.

Eu já preparei um bom tanto de material escolar para criancinhas diversas. As aulas começaram. Desta vez preparei material, entre risos e lagrimas. Dessa vez a mãe da vez era eu mesma.
...
E eu pedi ao meu Deus. Na verdade eu pedi também pra os deuses gregos, deusas, divindades, santos, vento, energia, universo, etc, que, se fosse para evolução positiva dos envolvidos, que eu me julgava pronta para realizar um grande sonho e, sendo assim, que se fosse do meu merecimento, que os filhos chegassem.

(Eh tão, mais tão horrível digitar nesse tablet :/  )

Foi tudo rápido, muita coisa importante acontecendo ao mesmo tempo... A partida da Violeta, a chegada das crianças. Os conflitos, naturais, mas nem por isso, fáceis.

Tive, nesses quase 60 dias, gratas surpresas e também surpresas desagradáveis, como a descoberta de que toda a confiança que eu tinha em um grupo de amigas a ponto de revelar todo e qualquer detalhe da minha vida não representava amizade para algumas delas e tão pouco era motivo para ao menos uma atitude madura para comigo. Enfim, foi um bote, inesperado. Mas superei. Simplesmente porque Deus NUNCA erra e considero esses eventos onde mesmo sem querer conheço a verdade de cada um e com isso ocorrem rompimentos, como livramento... Bênção do Universo.

Bom demais da conta mesmo eh que muitas amigas se mostraram mais amigas e muitas outras pessoas boas apareceram no meu caminho. Só tenho a agradecer, né!?

Mas o quero mesmo registrar nesse meu caderno aqui eh o meu espanto com o tanto que a minha vida mudou nesse período. E o mais incrível eh que já nem lembro nitidamente como eh que era antes, rsrsrs, quero dizer, dificil imginar que 3 meses atras eu não imginava minha vida como esta hoje e me pergunto: Que magica eh essa que faz quase real a sensação que os meus pimentas sempre estiveram aqui??


O click.

Então que, de repente, numa noite fria e com lua brilhante, cai a ficha.
Na manhã seguinte seria o primeiro dia de aula. Primeiro dia em que eu levaria na escola duas criancinhas que não me chamam nem de tia, nem de Dedé, mas chamam de mãe. E isso muda tudo. Para sempre.
Era a primeira noite de uma fase de insônia. "Soninha", essa minha insônia de estimação, já me acompanha há mais tempo do que sei lá o quê.... E ela sempre me faz ficar pensando, em tudo, em todos, em cada acontecimento, cada decisão, cada consequência, cada detalhezinho possível ou não. E ela, matraqueira, não dá trégua...
A fase durou dias. Trouxe uma enxaqueca de brinde.
Mas, na "vida real" tudo aconteceu melhor do que o esperado. A escola ewceveu muito bem as crianças, conduzindo a particularidade da situação com naturalidade e carinho. As crianças se entregaram, já tem amiguinhos, estão se empenhando para acompanhar o bonde que pegaram andando. Por serem gêmeos, (e lindos, rs, modéstia a parte), chamam atenção de muita gente.
Fomos, mais uma vez, abençoados, em relação a escola, relativamente pequena, com professora muito dedicada e a equipe toda bem atenta.
...
A ficha caiu. Tudo o que aconteceu desde o dia 28 de abril pra cá voltou a mente.... Muitas emoções e nenhum sono, pelo menos nenhum sono a noite....
Mas a fase veio e foi sem maiores danos, deixando, mais uma vez o sussuro: Fé em Deus e pé na tábua.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Adotando - Os sinais.

Foi assim, clara como a luz do sol.

Eu conversei com meu Deus daqui de dentro com uma franqueza que, creio, nunca tive antes. Confesso.
Eu estava me esvaziando de tudo o que pensava e sentia, e realmente disposta a dar um outro rumo para as expectativas geradas até ali. Eu estava bem cansada em função das coisas naturais da vida quando se é mãe de uma cachorrinha que está muito doente, lutando com todas as forças...

A noite, quase de manhãzinha, sonhei que havia um coreto pequenininho pintado em salmão, clarinho, aqui no quintal, na direção da porta da cozinha. Eu estava lá, fazendo uma meditação, e ia na direção do coreto uma menina, miudinha, de cabelo encaracolado, bem emboladinho, com nuances douradas. Ela se sentava ao meu lado e fazia uma oração comigo.

Comentei com algumas amigas muito especiais sobre o sonho. E passou o dia.

A noite sonhei com um menino deitado na cama de cima de uma beliche, chorando muito, realmente sofrendo. Eu fazia cafuné e simplesmente compreendia a dor dele.
Durante o dia aconteceu que um outro menino, menorzinho, muito sorridente, aparecia no meu campo de visão onde quer que eu olhasse.

Aí chegou o dia 28/05, dia de estréia do marido nos 40'tinha. E estávamos trabalhando, seguia-se a rotina quando o telefone tocou.

No meu papo franco, eu intuí/ pedi que "a senha", a dica, o sinal, seria o número 7. E assim que ouvi o número 7 ao telefone, a certeza tomou conta. Eu não precisava de maiores detalhes, fotos, nada. Já adotei ali mesmo, rsrs. Bom, daí conversamos, ponderamos, conversamos mais e mais, planejamos, e quinze dias se passaram. Os conheci. Voltei sonhando acordada, querendo tudo junto e misturado ao mesmo tempo e pra ontem, de preferência.

Conversamos mais, ponderamos, mais. E nos planejamos, rs. E então que hoje, é a 35a noite de casa cheia, barulhenta, com doces, e produtos da Johnson com cheiro de bebê também, porque não??? rsrsrs


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Adotando - a realização da realidade.

Era uma vez uma criatura sonhadora e romântica, que visualizava dias futuros em tons de rosa com brilhos purpurinados e trilha sonora tranquila, ao fundo, bem discreta. Essa pessoa era eu.
Eu, sonhadora, também tenho a força de ir atrás de tornar os meus sonhos possíveis, pesquiso, minimizo as dúvidas, aprendo o que puder a respeito, confio em Deus que, se for para ser para o bem, progresso e evolução de todos os envolvidos, o sonho será realidade, mais cedo ou mais tarde.
Eu desejei, estudei, me preparei e escolhi ser mãe através da adoção. E queria crescidinhos. E fiz a minha parte. E confiei. E o momento chegou.
...
E foi tudo tão harmonicamente traçado que impossível não ver o Divino nos entremeios.

Eu amo infinitamente os meus filhos-de-rabo, animais de estimação que ocupam e satisfizeram durante muitos anos a função de filhos, legítimos, únicos. Mas eu desejava pra eles, irmãos humanos, crianças, ardidas, espoletas, curiosas, pimentinhas. Bom, animais vivem menos. Eles cumprem o estágio do amor antes de encarnarem, vem nos ensinar e partem, rapidamente. Violeta, minha filhota pintada, partiu, já haviam se passado 10 dias com as crianças aqui.
Foi sofrido, foi confuso, eu, o Gé, os vets, tentamos de tudo, alimentação líquida de hora em hora, hemodiálise em outra cidade, tudo...
Durante a fase crítica da doença eu conversei francamente com Deus. Esse meu Deus em quem creio tanto, que é Esse me mora, fala e guia, aqui dentro de mim, é Esse que está em todos os tempos, em todos os lugares e em todas as pessoas com quem convivo, momento a momento. Falei pra Ele tudo o que Ele com certeza já sabia, mas falei assim mesmo.... Falei do cansaço. Da sensação de impotência. Confessei que tinha acabado de descobrir o quanto errei a respeito de mim mesma no momento de preencher o perfil para a adoção, assumi, para Ele, o único a quem devo satisfações, que me equivoquei e que ali, naquele momento, reconhecia as minha limitações que, antes, julgava mais flexíveis, maleáveis... Falei também que devido ao cansaço, pela situação, pela longa espera, tão dolorosa, eu estava disposta a desistir da adoção de uma vez por todas, mas que eu necessitava de um sinal claro, direto, eficaz.

E então aconteceu que em um prazo de 3 dias, sonhos aconteceram, e outra hora falo deles. No terceiro dia, telefone tocou. Todo mundo que se habilitou para a adoção deseja esse telefonema com uma força inexplicável. E de forma inexplicável eu sabia que fosse como fosse, aqueles seriam meus filhos e aquele seria meu parto, simplesmente. Era dia do aniversário do marido também. Enfim, eu ACREDITEI e ACEITEI, pura e simplesmente. Já começou ali mesmo toda uma série de pensamentos, pequenas realizações, planejamentos... Quinze dias depois, os conheci e quinze dias depois de conhecê-los, fomos buscá-los.

E daí descobri que tudo o que pesquisei, li, todas as experiencias narradas por mães que passaram por adaptações parecidas, os textos e livros sobre o tema, TUDO, é muito relevante, vem a mente quando me vejo diante das situações, mas, assim, na hora que me vejo diante do desafio de resolver a situação, o que conta é só a direção interna que vem do coração mesmo...

Hoje são 33 dias com criança em casa. Criança que deseja todas as novidades dessa vida mais segura e estável, que trás suas histórias já vividas e em alguns momentos, fantasiadas. Criança que se entrega. Hoje são 33 dias de uma pessoa, a sonhadora, virando outra, mais pé no chão e sem tempo pra perder, e 33 dias também de transformações na vida de um homem que tem sabido surpreender positivamente, e constantemente. 33 dias de gente boa se conhecendo, se permitindo, se curtindo ... vivendo!!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Adoção - Capítulo 1/2014

Vou começar novos "capítulos" sobre a Adoção e tudo o que está envolvido nessa decisão, porque tanta coisa mudou, tanta coisa aconteceu... Merece um recomeço. 

Eu notei uma situação tão desagradável nas redes sociais recentemente. Na verdade é a continuação de uma implicância sem sentido algum, mas que começou, creio, há alguns meses. 
MÃES, (mulheres que tem sob suas responsabilidades, das mais importantes responsabilidades que se pode existir, pessoinhas indefesas em fase de aprendizagem onde os exemplos são fundamentais...), chega a ser estranho tal comportamento... Porque Mãe é função que já tem tarefa pra caramba! Exige um monte das mulheres, nem preciso narrar aqui. Logo, mães deveriam se unir. Trocar informações e experiências para o bem. Mas, por algum motivo irracional, mães se digladiam. Porque? Porque não concordam que a outra mãe, (mãe de outro filho, o filho dela mesma, rs) dê Danoninho, ou deixe a criança brincar na lama, ou permita que a criança durma com o gato, ou porque não acha bonito que a festa de aniversário do filho da outra seja um mega evento, enfim, coisas babacas. Ao extremo. E umas se julgam melhores do que as outras, por motivos tão bestas quanto: Tenho mais dinheiro, dou presentes mais caros, uma "educação" (educação no sentido ilusório de acesso a instituições de ensino caras e "exigentes") e por isso meu filho terá um futuro brilhante, ou sou bem natureba e meu filho é/será mais saudável que qualquer outra criança. Implicam com amamentação, berço, brinquedos, andadores, chupetas. Se metem na vida alheia querendo impor seus julgamentos, tudo virtual, claro. Ao vivo, sairiam no tapa, ou, sairiam amigas de infância.... Coisas da sociedade moderna, que eu não entendo e nem faço questão de entender. Mas que é ridículo, ah, é sim. 

Mas aí, mais recentemente, a implicância, que seria até tolerável, caso se mantivesse nos termos de uma implicância(zinha) quase infantil e sem agressões, me chamou a atenção pela quantidade de ofensas, humilhações trocadas entre Mulheres Adultas, Mães com criança no colo ou com criança a caminho. "Assustador!" ...
E por um motivo ainda mais incompreensível do que o "como eu acho que você deve educar o seu filho". O motivo da vez é: "Como você TEM que ter o seu filho para ser aceita/ compreendida/ vista como uma mãe de verdade". 
Bizarro! ...

Mães deviam se unir, uma vez que os desejos para seus filhos são os melhores possíveis. Uma vez que os desafios são parecidos, e principalmente, pelo detalhe de que o mundo em que vivemos e nossos filhos viverão, é e será o mesmo. Não vale a pena todo esse conflito por questões tão bobas, uma vez que cada mãe é responsável pelo filho que tem. 

Eu quero ser mãe acima de qualquer coisa. Como a adoção aqui no Brasil é um absurdo desrespeito, recorri ao tratamento de fertilidade, recentemente, apesar de que essa era minha última opção. Não tolero palpite, conselho, intromissão. Minhas decisões são pensadas e repensadas, eu estudo a respeito, pesquiso muito até formar uma opinião e dar a decisão por tomada. E da mesma forma que eu respeito todas as mães (as que cuidam dos filhos/ as que não cuidam não tem meu respeito mesmo e nem as chamo de mães, rs) mesmo quando eu não entendo ou aceito a forma delas serem mães, eu exijo respeito. 

"quem tá aí preocupada com qual buraco o filho vai sair, devia passar três anos na fila de adoção pra saber que uma cesariana necessária por si só não é nada frustrante perto do fato de ter uma caixa cheia de coisas de bebê que a gente nem sabe quando e se vão ser usadas" 

Essa frase acima coloca todas as mães em espera no mesmo patamar, no sentido de que há pensamentos angustiantes em todo e qualquer tipo de parto. Com o detalhe de que, quando você tem uma data, uma estimativa, de quando vai ver o rostinho do filhote, você tem uma alegria a mais, segurança, uma tranquilidade que nem toda mãe pode sentir. 

É isso. Eu precisava desengasgar, rs.

Beijo especial para todas as mães admiráveis e fenomenais que tenho o prazer de conhecer! Elas saberão. <3<3<3